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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Quem Tem Direitos?

Por vários anos, as mulheres lutam pelos seus direitos, dizendo que quase são esquecidas pelas leis que são criadas absolutamente para nós, homens. Aí que te pergunto: que direitos?? Até parece que nós, homens, temos muito direitos, como pensam elas. Pois então, elas QUASE têm mais direitos do que nós. Por quê? Simples. Vamos calar essas feministas para sempre! Vejamos algumas coisas que nós, homens, sofremos e somos obrigados a aturar todo dia:

1)- Nossas coxas não são alvo para uma entrevista de emprego para uma empresa.
2)- Se o casamento vai para o divórcio, se é por dinheiro, a culpa é do homem... se é por emprego, a culpa é do homem... se é pelo cara ter transado com a gostosa do 602, a culpa é do homem...
3)- Trabalhamos e sofremos no trabalho mais do que elas, que se contentam com um boquete na hora do almoço do chefe e a metade do dia de folga...
4)- Para impressionar o chefe, precisamos apresentar currículo, preparar discurso e responder com séria responsabilidade e sobriez às perguntas nos dadas... não uma cruzada de pernas!
5)- Ninguém (ou quase ninguém) socorre um homem apanhando de outro, quase morrendo e sangrando. Se é uma mulher... aí é outra coisa.
6)- Nunca um homem foi o milionésimo cliente de alguma loja, já perceberam?
7)- Se alguma mulher faz algo de homem, ela é uma "mulher realizada". Se um homem faz algo de mulher, vira motivo de piada na firma onde trabalha.
Como explicado, nós, homens, é quem deveriam exigir por direitos do que as mulheres! Vocês, feministas, vão viajar, para repensar nesse texto e refletir sobre isso. Mas vê se, na volta, traz uma cerveja bem gelada antes que comece o Fla x Flu.

Papo de Economista

Para aqueles que são economistas ou somente curtem ou trabalham
com economia .... Preparem-se ...

Os economistas, vocês sabem, expressam-se num dialeto pouco incompreensível para um cidadão comum. A seguir, um breve relato de um fato em um cocktail com a participação maciça de Economistas.

Em meio aos comes-e-bebes, um clássico economista estava galinhando as
mulheres presentes ou, como ele preferia dizer: "Especulando no
mercado feminino de opções."
Vi quando ele se aproximou de uma economista do IBGE e disse-lhe,
galanteador:
-Sabe que voce é o melhor investimento desta festa?
Ela virou-se para o coleguinha e respondeu, séria e surpresa:
-Se você esta procurando aplicações a curto prazo, pode reduzir
seus gastos de palavras. Sou uma mulher de renda fixa!
O galanteador considerou que deveria aumentar seu capital de risco!
-Gosto de mulheres assim. Oferecem mais seguranca. Essas palavras só
garantiram sua valorização!
A mulher, nervosa, remexeu uns papeis na bolsa e subscreveu um lote de
desconfianca:
-Quer dizer que minha cotação não caiu?
O economista sorriu, um sorriso cheio de superávits:
-Pelo contrário. Eu já não consigo conter a inflação dos meus
sentimentos... Juro!
-De quanto? - Ela perguntou.
Ele cochichou-lhe qualquer coisa no ouvido e ela arregalou os olhos.
-Com certeza, há tempos nao encontrava um homem oferecendo taxas tão
altas.
Insegura, oscilando com as variacoes da TR, ela permaneceu em silêncio
e ele foi em frente, decidido a obter seu ganho.
-Voce parece triste, em déficit com a vida. Seu IBV médio esta em
baixa?
-É claro. Há um grande desequilíbrio entre a oferta e a procura! - disse
ela - Os homens não parecem interessados em aplicações a longo prazo.
Além disso, sofri uma queda e tive um corte no orçamento esquerdo.
O rapaz achou que era o momento de iniciar uma promessa de vendas:
-Escuta. Por que não saímos daqui? Vamos para um lugar mais
tranquilo. Acho que poderemos fazer um belo programa ... De ajuste
fiscal.
A mulher fez uma expressão superior e respondeu por cima do ombro:
-Isso é muito commodities para voce!
-Ora, vamos. Prometo não lhe envolver em ações ordinárias.
Enquanto ela fazia a conversão da dúvida, ele aumentou os incentivos:
-Percebo, pelas projeções dos meus desejos, que temos um grande
mercado futuro pela frente. Podemos até adotar um redutor.
Era o que ela precisava ouvir para que a noite rendesse dividendos e
bonificações. Ao chegarem ao apartamento dele, como bom
investidor, ele não perdeu tempo e remunerou o ouvido dela com um
pedido:
-Posso transferir alguns recursos líquidos?
A mulher empurrou-o.
-Você esta muito ativo! Respeite ao menos minha poupança interna.
O economista, porém, não estava ali para ficar ouvindo sermões e pregões
e, antes que a moça resolvesse iniciar uma negociação - que sabe-se la quando terminaria -, ele aproximou-se e disse baixinho:
-Sabe do que eu gostaria? De aplicar imediatamente no fundão! Posso?
A moca transferiu suas ações (preferenciais) para o fundo e
disponibilizou-o como um cheque ao portador:
-Pode! - mas fez uma ressalva - Desde que o seu PIB não cresca acima
de 15% da base atual, para nao prejudicar meu budget. OK?